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Jorge Penny, cai nos carrers de Barcelona com ginga brasileira, leva porto alegre no coração e no acento, com a vida faz jazz assobiado, ama sua mama, sua nanda e seus desenhos, adora cozinhar, viajar e escrever longos e-mails.

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Ciudadela, o jogo.
Meu primeiro desafio em actionscript. Um jogo de tiro em que conforme matavas os bichinhos eles iam se procriando em progressão aritmética, logo, depois de um número X de pontos apareciam outros, mais rápidos, com vôo aleatório, logo se vc atingia tantos pontos sua energia aumentava e se os monstros tocam a terra a sua energia cai (5 vezes é o limite). O caso é que foi meu primeiro código grande, e ñ controlava nem metade das coisas que queria fazer, o resultado foi que ficou pela metade, ñ consegui resolver ao 100% um problema no final de eliminar monstros gerados. A verdade é que eu deveria recomeçar toda a programação de novo, só que desta vez partindo do conceito de programação orientada ao objeto. Mas como o meu tempo para aprendizagem ñ paga anda curto, resolvi de uma maneira meia boca. (vc já verá no final) e era isso mesmo. o que vale é a intenção e os gráficos. Queria criar uma atmosfera que fosse diferente dos games convencionais, que remetesse mais a um comic (isso foi feito meio junto com o floquet...). Ficou mais ou menos como eu queria, ainda parece bastante coisa de flash, mas de qq maneira vc pode se divertir um pouco matando bichinhos. fica pra próxima um final decente e um score q funcione com php.

Jogue aqui.


coisa de jorge | 29.10.04 | e-mail |


não
não vou colocar os teus restos naquela pasta, não vou recolher nada por causa da chuva, não lustrarei qualquer móvel do teu estar, não esfregarei as manchas dos teus passos. quero tudo aqui. marcando e lembrando do tempo em que estavas aqui e não te vi.

coisa de jorge | 28.10.04 | e-mail |


de onde vim
hoje vi umas fotos dela. feliz. sorria. a mesma guria. meio tímida. sem vergonha. iluminada. sincera. perdida. minha mãe.

coisa de jorge | 28.10.04 | e-mail |


dois trapezistas
floquet acabado. tudo engatilhado esperando por chegar nas lojas, fazer alguma espécie de estardalhaço pra aparecer na mídia, e que seja o que o público deus desejar. curioso pensar que acabei este trabalho no éter, meio tonto depois do site e que ñ pagam nem um tostão por nada disto. q tudo é muito lindo mas nada disto pagará o aluguel do mês que vem. nós dois apostamos, nos atiramos do trapézio em vôo cego, estamos no meio das piruetas. a boa colheita desse fruto virá com o tempo, até lá me atiro em outros projetos. desenho icones para um site, começo a desenhar meu novo cavaleirojorge.org, preparo um portfolio de desenhos para entrar num curso de desenho, e leio os cadernos da chegada. os primeiros dias, a excitação, os medos, os mesmos vícios, as descobertas, a inocência, os sonhos, todos os sonhos frescos. olho pra trás e olho pr'agora e me vejo igual de esperançado, flutuando em pirueta como naquele instante.

coisa de jorge | 28.10.04 | e-mail |


Chu Lailo la Leilo
Chu Lailo la la...

si el amor es ciego
porque me miras
y cambia su mirada
por la mía

ay, yo no quiero dinero
dinero para comprarte
yo solo quiero quererte
meter la mano en los bolsillos
y que no me falte
y que no me falte


ellos, los martires...

coisa de jorge | 27.10.04 | e-mail |


subiu e partiu
parou na estação de malas em punho. nunca sabia se chegava ou partia quando estava neste ponto diante do trem, se sentia como em um limbo entre dois presentes. E afinal de contas o que é chegar, o que é partir quando estamos tão longe de casa - se perguntou e riu - e afinal o que era 'casa'?

coisa de jorge | 27.10.04 | e-mail |


Los Martires del compás, todavía...
sim, estou fissurado, divido meu tempo em escutar todos os discos deles e ouvir um par de coisas de rock pra ñ gastar (los planetas e costa brava basicamente). Mas Chico Ocaña mola tío, a voz, as letras, a melodia, as mezclas, a onda, to'. Os espanhóis do sul parecem mais simples, mais ' de pueblo', tem tiradas mais sinceras, ñ se levam e nem levam tudo tão a sério, ou melhor, levam o que se deve levar a sério em sério: como a liberdade, o amor e os povos. São tantas músicas bonitas, tantas mensagens, tanta coisa chula que ñ saberia o que dizer que gosto mais. Lhes aconselho a buscar por aí. é meio pesado pra botar no ar, além de que só o renato baixa o que eu ponho aqui e ele encontra igual pelo e-mule, así que espavilense y búquense la vida, vale la pena.

coisa de jorge | 27.10.04 | e-mail |


voy de culo
expressão do castelhano para dizer que se está cheio de coisas, que estas atrolhado de coisas por fazer. curiosa, pelo menos... vou de bunda...

coisa de jorge | 27.10.04 | e-mail |


La mare
não iremos ao brasil, e a verdade é q ñ sabemos quando vai rolar a tão ansiada viagem de volta (férias, q fique bem claro), o ano letivo começa por agora, temos que organizar papeladas, fazer matrículas, renovar casa, enfim, mil coisas e a real impossibilidade de combinar isto com uma escapada ao pago amado. a saudade apertou forte, mas agora deu uma aliviada, acho que muito em parte pela visita de amigos e parentes, mas o maior presente que eu ganharei será a vinda da minha mamis. Sim dona leda atravessará o charco e virá a ter comigo por aqui. Só vou acreditar quando for recolher ela no aeroporto, minha mamis aqui, em bcn, com a gente. A parte que pode virar um lío desta história é que ela vem por bastante tempo, serão quase 3 meses compartindo vida e um espaço de 36m2 com a minha progenitora e a minha companheira. Minha mãe é o máximo, sou fã dela, mas não moramos juntos desde que eu tinha 20 anos, e lá se vão 9 anos quase, além do que é diferente já que estamos eu e a nanda mais que costumados e agradecidos de estarmos sozinhos na nossa casa de fofolete. Imagino que haverão algumas chispas, momentos em que agradeceremos a solidão, momentos em que será uma benção tê-la aqui, enfim, de tudo. Já avisei e reavisei as duas mulheres da minha vida dos problemas que podem trazer a convivência com elas. Minha mamis é um pouco sem noção, fala pelos cotovelos às vezes, a nanda fica irritadiça e tem necessidade de sentir-se dona do espaço, leoa dominadora, imagino que chispas um dia terão que surgir, mas tb sei que será um tempo diferente, algo que nos marcará, e espero muito que para bem. minha mamis chega agora dia 7, falta pouco para que ela entre na nossa vida e crie o seu cotidiano em bcn. tomara que role algum trocado a mais e posamos fazer uma que outra viagem por aqui. seria 10 de final de ano.

coisa de jorge | 27.10.04 | e-mail |


viva a arte de dar vivas!

coisa de jorge | 26.10.04 | e-mail |


tipos engasgados na garganta
e o pior é q era uma times...

coisa de jorge | 25.10.04 | e-mail |


ho sento molt
tenho a impressão de andar me desculpando pelo mundo, de pedir perdão por existir, por estar ali, por querer fazer a diferença, por tentar ser especial pra alguém, pra ninguém, pra mim e pra você, tentando não falhar mentindo pra mim o perfeito que creio e sou. peço desculpas sem perdão e gasto e me exponho ao rídiculo de tentar ser mais humilde. falo baixo, escuto, concordo, sou bom menino com vocação de bom moço. pode que vire um velho de merda, mas acho q caminho pro outro lado, desculpa se eu me equivoco na percepção.

coisa de jorge | 25.10.04 | e-mail |


"porqué Jorgue no me dice nada
solo me habla del trabajo"*


Toa la noche cerrando ojos
hasta que llega la luz del día
te fuiste pa tu cama y yo pa mi mundo

martires*


coisa de jorge | 25.10.04 | e-mail |




Diário de um còmic
Segunda. dez e meia da noite. tenho o livro em mãos. o Pere me chamou ao meio dia pra dizer q já lo tenian. Flipei, tío. Olhei e reolhei e o sorriso bobo veio, e cantarolei e olhei e reolhei. E achei feio e achei lindo, e li e não consegui ler. E não me surpreendi tanto quanto imaginava, imgino que de tanto ver, de tanto trabalho, de seguir com agonia de ñ saber direito como será o amnhã, de ter que guradar um segredo bobo, tanto que para os meus dezessete leitores fiéis revelo o link até o dia 09 secreto do www.floquet.net. Ainda perdi o meu tempo criando uma loja online q pode q ñ role, mas igual www.cafepress.com/floquet . Adoro esse projeto e estou obsesionado com ele, a nanda já ñ aguenta mais a de noites q eu viro e sigo pensando final de semana trás final de semana no mesmo projeto. isso cansa qq um. menos eu. amo o eu faço e o q eu fiz, quero ter grandeza e humildade pra aprender com todas as críticas que tenham que ser feitas com o trabalho, que poderia ter sido feito diferente, melhor, ou pior, mas que no fim e a cabo foi feit por nós e foi trazido à realidade pela nossa ilusão nele. les Aventures de Floquet de Neu existem, dia 09 á venda por bcn.

coisa de jorge | 25.10.04 | e-mail |


amigo
temos muitos boteco por explorar e divergir e discutir etilicamente a vida tal como ela é pa ti e pa mim.

coisa de jorge | 25.10.04 | e-mail |


final de semana estilo final de semana
acordei sábado e tomei ela pela mão e disse vamos passear ¿salimos de tiendas y comemos algo por ahí? o acaso nos brindou com um japonês barato, um milagre nessa cidade de comidas de diseño e menus de 8 euros q ñ valem 2. porções de sushi a 2,80 e feitos por um japonês e ñ por um chino como em 85% dos restaurantes ' pseudo japoneses' da cidade condal. realizei meu sonho de consumo e lustro uma camiseta do laranjito agora. vcs lembram do laranjito? o personagem da copa da espanha, quando o brasil tinha o melhor time do mundo e o goleiro mais odiado e o paolo rossi fez a gente voltar pra casa e odiar mais ainda o valdir perez. na noite, depois de uma passada por casa e de pintar os cabelos da minha amada, fomos a ter com um meeeting internético revolucionário pra lá de chato e nos escapamos pro uruguayo, outro dos super baratos da cidade, esse de pizzas e empanadas a 1 euro, uma loucura, em pleno raval profundo, como eu gosto de dizer. Logo encontramos a monica e o vico, outro casal portoaegrense e fomos por un vino en la noche. foi tri. domingão acordamos cedo prum brunch e passamos o dia em casa lendo jornal, livros e a nanda escrevendo. ai q bom q foi um finde com cara de finde depois de miles sem saber o q era isso.

coisa de jorge | 18.10.04 | e-mail |


"Se va muriendo uno de tantas maneras que los cementerios para vivos son los más poblados."
miguel trillo - fotografo de los desconocidos de la movida

coisa de jorge | 18.10.04 | e-mail |


shaft numa versão árabe?
existe. e é impressionate.
obrigado radio 3

coisa de jorge | 18.10.04 | e-mail |


Xampanyeria e outros botecos
Tempo de visitas é tempo de noitadas, ou quase já q meia noite já estamos mortos, mas o bom é q a cidade oferece opções para todos os horários e gostos. é claro q o nosso é popular e levamos as pessoas pela via crucis etílica estilistica guay. Primeiro lugar na lista sempre a Xampanyeria, q lá no fotonovela vcs podem ver um pouco com é. Um armazém, todos de pé, e pra cada garrafa de cava a obrigaç4ao de pedir duas coisas de comer. As coisas de comer giram em torno de salsichas, queijos e frituras no pão, e a garrafa de cava mais cara sai por 3,70, o q é absurdamente barato e bom. Animados de aí podemos ir beliscar algumas coisas com una caña na pulperia gallega, um bar em forma de balcão gigante com todas as tapas possíveis, se o rollo é entrar no mundo falmenco soniquete e música ao vivo nas quintas e sábados, senão é bater perna em direç4ao ao raval profundo, ir no marselha tomar absenta é uma obrigação para com todos os amigos, visitantes e convidados, ainda mais q dependendo a coisa pode acabar com um super shawarma na rambla do raval antes de queimar calorias na caminhada de volta pra casa, aí até podemos passar no harlem pra curtir um som de chorinho ou o q vier, ou quem sabe descobrir algum outro pelo caminho, já que opções de divertimento noturno ñ faltam nessa cidade, pode q o orçamento fique um pouco abalado, mais até q o fígado, mas o prazer de ver um sorriso amigo e de se abraçar bebado ñ tem preço. assim q já sabe, o roteiro é mais ou menos esse, um dia fazemos juntos.

coisa de jorge | 14.10.04 | e-mail |



visitas na cidade

coisa de jorge | 14.10.04 | e-mail |


vejamos o que acontece se conecto este cabo...
estou como um astronauta flutuando no espaço, ao meu redor cabos soltos e eu tendo q arrumar o motor da nave espacial sem manual e sem ajuda, dependendo dos cabos q colocar a nave tocará com toda força pro rumo decidido neste ' acaso' de mil possibilidades. foco, paz e certeza no futuro, minhas únicas armas pra enfrentar esta tempestade em forma de calmaria.

coisa de jorge | 14.10.04 | e-mail |


contando mortos e feridos
passou o furacão. foram dias intensos de conversas, perguntas, dúvidas existênciais compartidas, amigos de 30 tomando absenta num bar mais velho q todos eles juntos, barcelona agrada a todos, nos dá força pra levar o barco compartir a alegria e a surpresa das pessoas andando pelas ruelas estreitas dessa cidade que são mil e ao mesmo tempo é só uma e tão pequena. Priemiro o Nik e a Marina, deixando pra trás um ano de Bcn com suas boas e más experiências, mas foi legal mesmo com todos os contratempos receber notícias deles e saber q o gosto q deixou foi bom, pois por aqui tb ficou gosto bom de amizade começada. Logo a Karen e seus 3 dias entre gripada e redescobrindo sua velha a miga, o furacão Gica, através delas conhecemos mais gente, a ver se o tempo pode transformar em amigos estes novos conhecidos. Foi então q voltou a marina só pra poder marchar rumo ao seu porto e ao seu amado Nik, e chegaram os esperados Guto e Gra, e que bons foram estes dioas de vinhos, longas conversas, perguntas incisivas e ouvir a constatação de q estamos em um dos melhores lugares para se estar no mundo. porquê? dificil responder, já q esta é uma cidade de aparência cosmopolita, mas fechada e cada vez mais fechada nos seus pequenos guetos, mas q conserva uma amabilidade fria, uma língua estranha, um povo mediterrâneo e de humor diferente, aberto e fechado ao mesmo tempo, e vive do turismo, de uma arquitetura de aparências, de um multiculturalismo de aparências, de aparência progre, mas total retrô-facha em muitos aspectos. Mas igual foi bom demais dividir nossa pequena casa com tantas pessoas nas últimas duas semanas, nos ajudou a perceber coisas e a reafirmar outras, nos forçou a reflexionar e buscar o melhor e tentar mostrar o pior tb, pra ñ parecer q vivemos nosso sonho numa carruagem abóbora. bcn mola. mas os maigos são os q fazem com q mole qualquer lugar da terra. Hoje de manhã se foram Guto e Gra, ainda escuro acordamos pra tomar o último café juntos, ainda nos recuperando das champanhas e absentas de ontem, meu corpo de quase trinta pede arrego e vou devagar, só pro pere me chamar e dizer q precisamos de um desenho pra tocar outro livro de uma vez, estudo actionscript pra poder finalizar um site, espero respostas pra me reunir e aprovar outros projetos, mil coisas, por sorte e a parente necessidade de fazer horas extras. curiosa vida de freelancer.

coisa de jorge | 14.10.04 | e-mail |


porque mi amor, tú y yo:

Somos lo peor
Esto debería acabarse aquí
Esto acaba como empezó:

Tú te vas a quedar
Hasta que acabe de hablar
Y luego no sabrás que hacer
Ni yo adónde mirar
Y empezaré a divagar
Y cuando por fin me haya callado nos iremos a pasear
Y no sabré que estas pensando
Ni lo podré adivinar
Y te llevaré a algún sitio
Y estará cerrado
Y esto debería acabarse aquí y así,
Pero me conozco
Y sé que intentaré arreglarlo y por probar te contaré
Uno de esos chistes malos
Que vacían las habitaciones
Y acaban con las conversaciones
Y nos reiremos los dos
Y lo arreglaremos porque
Tú y yo somos lo peor.

ASTRUD

coisa de jorge | 7.10.04 | e-mail |


como nos mantemos
con los ojos abiertos, con fe en el azar, con alegrías por bulerías, con música de biblioteca, con libros que cogemos prestado y luego nos olvidamos, con lecturas de salmos, con el Padre Nuestro y la Ave María, con comida de mercadillo, con calabacín y tomate, sobretodo mucho tomate, con paseitos de bicicleta, con baños en el mar, con amores que se nos van, con trabajos temporales mal pagados, con tarjetas de teléfono, con agobio, con asombro, con curiosidad, con gusto, con pesar, con errores, con acentos, con poco, con mucho, con ganas de aprender más y más, con ganas de volver ya, con ganas de quedar hasta siempre, con lo más bonito que hemos vivido nunca, con lo más feo que hemos vivido nunca, con los amigos que se acercan, con las visitas que nos despiertan, con los blogs que nos alegran, con los ojos que se nos cerran y al abrirse todavía estamos aquí. felices. muy a pesar de todo.

coisa de jorge | 7.10.04 | e-mail |


me he hecho un lío
¿cuanto tiempo he perdido aquí adentro?
¿porque lo siento todo y tanto?
no sé por donde mirar que no vea yo.

coisa de jorge | 7.10.04 | e-mail |


menos
que eu sou homem e só posso fazer uma coisa por vez.

coisa de jorge | 4.10.04 | e-mail |


mil e uma possibilidades, mil e uma saudades, mil e uma visitas, mil e um programas e eu em casa. outra vez.

coisa de jorge | 4.10.04 | e-mail |


curioso
dentro do estúdio, pelo vidro o thiago lacerda encarnando um bento* garibaldi (imagino) conduzia o barco pelos campos verdes, bandeiras do rio grande do sul tremulavam num pampa q era mar. a casa das 7 mulheres passa ao meio dia na tv catalana, pena q ñ ouvi a dublagem, isso estaria genial de tão cutre :)
* ok. o cara pode esquecer alguns verbos, se equivocar com acentos, até esquecer o vereador que votou na última eleição, mas bento garibaldi é foda. vaya informações precisas q coloco aqui. chapéu de burro catalão** pra mim.

**já explicarei...

coisa de jorge | 4.10.04 | e-mail |


¿Cómo me quito el golpe que llevo adentro?
Por los ojos, rocío de tristezas.

coisa de jorge | 4.10.04 | e-mail |


diário de um cómic
segunda. quatro da tarde. de manhã cedo verificar as provas de cor, todo o boneco montado e umas impressões digitais de tudo. muito brilho e um pouco amarelado em demasia pro meu gosto, mas show. logo a primeira entrevista, sim na rádio, histories de bcn, ona catalana, fala r do cómic e do floquet, já q mês que vêm fará um ano q ele morreu e obviamente se armará um follón. logo casa e a pouco me chama a editora, problemas com a capa, mas no fundo os problemas ñ existem, pode q tenha salvo o '.ai' de uma maneira errada, sem contar a parte q sobra, mas tá lá, será só questão q esses tipos me digam qual é o problema, ou qual a medida correta, imagina q fiz as medidas medindo com régua um boneco. espero em casa q me digam algo, queria sair, ir na biblioteca trocar as referências, ter isso resolvido antes de me colocar a fazer outra coisa, mas me resta esperar.

coisa de jorge | 4.10.04 | e-mail |


Serengueti

por el serengueti de tu cuerpo
mis manos son leones hambrientos
que al tocar tus pechos
se escapan dando saltos de gacela "a toso (?)"


por el serengueti de tu amor
sopla un viento de sur
que espantan tus cabellos
como manadas de gnus

por los ríos de tu cuerpo
mi boca busca tu boca
donde se ríen las hienas
y donde lloran las focas

por el serengueti de tu amor
sopla un viento del sur
que aviva mi silencio
y lo llena de luz


martires

coisa de jorge | 1.10.04 | e-mail |


con lo cerca que estas
tengo los zapatos rotos
de tanto buscarte
y me duele la cabeza
de tanto pensarte


martires de compás

coisa de jorge | 1.10.04 | e-mail |


barrio
me gusta la vida de barrio que llevamos, las señora cuadradas con sus vestidos de flores, las catalanas elegantes y sus peinados graciosos con sus charlas por las esquinas, todas con sus carritos de compra yendo y volviendo del día, del mercado, de la frutería, de la panadería, de ?la Caixa?, de lo que sea, solo una vuelta a tomar el sol y ver las amigas. me encanta los señores y sus camisas azules, sus sandalias de pescador, y los q van de jovencitos también me gustan, con estos pantalones cortos y gafas de sol en plan surfe, ay que bonito es el barrio cuando le da el sol por las callejuelas y ilumina las ropas tendidas por sobre cabezas blancas. no me gustan tanto los chavales y sus motos ruidosas, pero igual les encuentro bonitos con sus peinados raros y las chicas con el maquillaje exagerado, y venga los chicles y las pipas y el tabaco y los chuchees y palante chaval, que el futuro es hoy y estamos en la barceloneta, no te quedes en el medio de la calle q es estrecha y se te pasa el coche por encima.

coisa de jorge | 1.10.04 | e-mail |


hellboy
como gente de bom senso ñ gosto de hospitais, nem dos q saem em filmes, como o q estive quatro horas da noite de sábado. emergencia, hospital del mar, muñeca izquierda dañada, traumato. a espera só ñ foi horrível pq naquela sala apertada no subsolo somos todos iguais, e o divertir-se passa por perguntar ¿y tu qué? e pra alegra o ambiente dois punkillos alicantinos, ela de tobillo jodido, ele com todas as coisas deles num saco plástico e uma gatinha miando. confusão com seguranças, enchendo o saco das enfermeiras e falando merda sem parar por umas 3 horas, logo a senhora do sul e suas tiradas geniais, um humor refinado na sua simplicidade tem essa gente do sul, e a outra senhora catalana q falava um francês misturado com catalão com o seu marido francês. uma sensação curiosa, ñ quis me deixar cair no típico q merda estar aqui, e melhor aceitar a espera e desfrutar dos personagens q passaram por ali, a pobre vovó de ombro deslocado, o louco canário de mão inchada 'es q le pegué dos hostias a un gilipollas, i ahora esto, ay ay ay', sai de lá duas da manhã, um papel embaixo do braço e o pulso esquerdo engessado, uma semana, meu primeiro gesso na vida, antes tinha apenas deslocado o dedo uma vez, e uma contusão nos dois pés por invadir o araujo, mas isso é outra história. total q estou como o hellboy, o chato é q realmente dói.

coisa de jorge | 1.10.04 | e-mail |


 


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