|
|
|||
|
fragmento de um pensamento até ela chegar tenho trinta anos, uma mulher que eu amo, uma casa que pintei, um livro desenhado por mim e um monte de sonhos que me alimentam os dias de frio e solidão. aprender idiomas, conquistar espaço, sentir-se integrado, sentir-se adulto, independente e seguro dos passos dados e por dar. dou a volta em torno de mim mesmo para ver se a peça ainda funciona, ajusto o motor e ponho em marcha mais um sonho, a fazer uma revista disso tudo, a transformar as coisas que se toca, a girar a roda que nos faz viver. coisa de jorge | 27.2.05 | e-mail | tema: caricaturaontem tivemos uma palestra com hanoch piven, pode que por nome vc ñ se lembre, mas com certeza já viu coisas dele nos anuários e revistas americanos, piven é um judeu uruguaio, que foi com a família ainda criança para israel e estudou em nova iorque, sempre quiz fazer caricaturas, mas descobriu o 'seu mundo' ao acaso. piven faz desenhos usando objetos, e realmente consegue captar e trasmitir muito do personagem com poucos elementos. a palestra foi divertida e curiosa e depois colocamos os retratos que fizemos dos nossos colegas e fomos espinafrados por ele e pelo profe, que by the way é o gallardo, mas é dessa forma que melhor aprendemos, com os nosos erros, com as coisas que não deveriam estar ali, e que profissionalmente pode ser que não devamos fazer, mas que mostram uma vontade de construir um caminho próprio, mesmo sem saber aonde nos levará. Ah, sim, piven é uma celebridade em israel, mora há 3 anos em bcn e trabalha para a imprensa de ny. coisa de jorge | 25.2.05 | e-mail | ![]()
coisa de jorge | 25.2.05 | e-mail | mañanas de par en par abro las ventanas de tu casa, pa que el sol te busque en la cama y tus ojos dormidos encuentren la luz de los míos. de par en par abro las ventanas de mi alma, pa que el día me llene del todo, sembrando canciones nuevas en cada hueco de mi cuerpo. de par en par abro los ojos del olvido pa que se llenen del día que tu me das, pa que se llenen del olor que exhalas al moverte perezosamente entre mis manos. de par en par abro las ventanas de nuestra vida pa que se llene de sorpresas, y cuando el día se va marchitando, el recuerdo de estas mañanas nos llene de ganas de abrir las ventanas otra vez más. coisa de jorge | 25.2.05 | e-mail | republico este poema del maestro Julio que tem um pouco que ver com o post anterior: DESPUES DE LAS FESTAS Y cuando todo el mundo se iba y nos quedábamos los dos entre vasos vacíos y ceniceros sucios, qué hermoso era saber que estabas ahí como un remanso, sola conmigo al borde de la noche, y que durabas, eras más que el tiempo, eras la que no se iba porque una misma almohada y una misma tibieza iba a llamarnos otra vez a despertar el nuevo día, juntos, riendo, despeinados. Julio Cortázar coisa de jorge | 24.2.05 | e-mail | 30 anos em um dia amanhã a casa se encherá de vinho, pode que de fumaça e amigos, digo se encherá porque com mais de 4 já está cheia, me sentirei estranho até ter a casa cheia e então estarei pendente de que todos se sintam a vontade e que bebam sobretodo, vou tratar de beber mas vou esquecer o meu copo de tanto em tanto e logo vou beber de outro vinho que ñ era tão bom qt aquele outro, mas tb chegará o ponto em que com os dentes cinzas e a língua roxa já não me importará muito a acidez, pode ser no outro dia de manhã sim, mas até lá vou tratar de fazer com que todos se sintam satisfeitos de se apertar pra ouvir histórias velhas e novas, vamos falar de que ficar velho é bom e ruim, vamos falar do tempo, do frio, do catalão, das tragédias, do verão e de mim. Logo a casa vai se esvaziar como por milagre, o toque da conderela será o metrô, que fecha as 2 na sexta e estaremos os dois solos outra vez com louça pra lavar e comentários divertidos, um bom banho e pra baixo das cobertas. Pode que seja assim e logo pode que nada disso passe, porque nesses trinta anos nada do que imaginei aconteceu exatamente igual, e aí está a magia de ficar mais velho, se deixar surpreender. coisa de jorge | 24.2.05 | e-mail | Amb el vi que se vén pas I cançons que vénen bé Amb treballs desgraciats I jocs que valen pas res Una cultura pel cap I els peus dins del merder Muntarà, muntarà L'allioli, l'allioli Muntarà, muntarà L'allioli muntarà "Com o vinho que não se vende canções que vendem bem com trabalhos desgraçados e jogos que não valem para nada uma cultura pra cabeça e os pés dentro da merda montará, montará o alho e óleo montará..." Giné, outra vez volto ao meu homem da montanha, i la seva malla llet (a sua mala leche, ou o seu mau humor) sempre oportuno. Allioli é uma maionese com muito alho que se come misturada com vários pratos por aqui, o mais conhecido é o fideua que é um "yakisoba mediterrâneo". A música fala sutilmente de que essa cultura se imporá ao final, mas com muita ironia destrói essa mesma cultura já tão perdida entre o típico, o urbano, o dinheiro e a lógica de mercado. coisa de jorge | 24.2.05 | e-mail | "si estás en todas partes no estás en ninguna si estás en alguna parte estás en todas" Maulana Rumi, el más importante poeta sufí coisa de jorge | 23.2.05 | e-mail | ![]() é que eu preciso manter a minha fama de mau No seriado de ao lado tenho fama de bom moço, que de certa forma cultivo com gosto, mas a verdade é que nem tudo são rosas nessa minha cabecinha e faz tempo comecei a encher o saco do O para ele botar para fora algo hard, o pessoal por lá até se ofendeu e começou a exigir que eu mostrasse algo. Vale que não é pornografia pura e dura, mas tenho certeza que encantará às mentes doentias apaixonadas pela estética japonesa. Toshio Saeki é um enfermo, produz imagens na tradição japonesa, mas que nem os seus piores pesadelos poderiam imaginar, pelo menos não na quantidade que ele produz e com as infinitas variações de perversidade e de paranóia. que desfrutem e vejam que nem tudo o que eu gosto são moranguinhos. veja coisas dele aqui: http://www.xaravel.co.jp/collection/saeki/saeki.htm http://www.neoplan.jp/saeki/ e aqui uma boa entrevista: http://archive.salon.com/sex/feature/2001/02/08/saeki/ coisa de jorge | 22.2.05 | e-mail | móvil - móbil - celular se pode dizer que tenho implicância ao celular, ou dizer que tenho "mania al móvil" em castelhano, mas esse aparato tão moderno e tão difundido nunca me seduziu, de fato tinha pavor, pavor à idéia de que te encontram em qualquer lugar, e a qualquer hora, isso que para muitos é fantástico para mim era motivo de horror. cena: chegando em casa, abrindo a geladeira para pegar aquela cervejinha gelada e aproveitar que o sol se põe um pouco mais tarde no verão e tocca o dito cujo: ah, que querem o fundo um pouco mais claro, ah, ah, e precisam agora pq tem que mandar pra gráfica, e o diretor de criação acha impossível mudar aí mesmo, ok, volto agora e mudo o fundo e envio para vcs, mas vou demorar, ah que me dê pressa que o pesoal da gráfica está nervoso, claro, tudo pelo cliente. Você, saindo do super mercado, as duas mãos cheias de sacolas parado na rua mais movimentada do bairro toca o maldito no bolso, anda largar sacolas, pedir desculpas ao do lado, atender antes que o ruído te enlouqueça e logo o outro começa a falar de trabalho e problemas estéticos e você mal ouve o zumbido da chamada dele, tudo o que você diz o outro diz: desculpa mas não te escuto bem, o caso é que preciso disso para amanhã na primeira hora. Logo você sempre esquece de desligar aquela merda em casa e anda a despertarte no meio da boa sonequinha. Logo passam pequenas coisas curiosas, como quando toca um celular em algum lugar público e umas quantas pesoas começam a buscar seu aparatito, é que temos o mesmo toque... O meu pavor só sopube aumentar com o celular que me deu a minha tia, preocupada que eu com vinte e seis anos ainda morava de aluguel e não tinha celular, isso foi logo do ano 2000 e um homem moderno não poderia viver sem um ítem básico desses. Abandonei o tijolão por desculpa da bateria, que durava 6 ou 7 horas, fui feliz por alguns anos, até que botei os pés na espanha. O país mais fofoquero do mundo, paraíso do celular ao estilo tunning (enfeitar o carro da maneira mais brega e luminosa possível) aqui tudo são pantallas a todo color, câmeras, sms, mms, m&m's, c&a e eu sei lá o que mais. Acabai me rendendo por motivos óbivos, precisava 'existir' ser localizado para uma eventual chamada de emergência, e sim, de um momento ao outro começou a tocar e não era a fernanda, foram amigos e até trabalho, alguns desconhecidos e trotes do tipo você ganhou mil euros se enviar uma mensagem para... Mas o medo sempre esteve ali, sempre que tocava o tal se instalava em mim uma ansiedade quase estressada até o momento de ver na tela do pequeno ser quem me chamava, núemro desconhecido... ai que medo, um amigo, bueno começamos bem. E comecei a atender o tal com alegria, com um sorriso e tudo, o pavor e o tom titubeante de quem diabos pode querer falar comigo, e de repente, naquela manh4a de um dia normal, levando as coisas como me saiam o treco tocou, atendi contente e faceiro o amigo, mas a notícia me destruiu como não imaginava possível: la meva dona es morta. talvez o medo sempre esteve ali por imaginar que tal notícia chegaria por aí, por esse mensageiro do futuro, nosso contato imediato com o mundo social, e quem sabe ele se aproveitou do meu descanso, da minha falta de atenção por estar acomodado e até ter carinho pelo pequeno, me preocupando se a bateria isto ou se me chamaram não sei que número desconhecido. a notícia chegou por ele, a notícia de que os tempos de brincadeira acabaram, isto é de verdade, o teatro está lotado e a função já começou, não espera a sua deixa ela já foi dada no momento em que o celular tocou. coisa de jorge | 21.2.05 | e-mail | ![]()
batman coisa de jorge | 21.2.05 | e-mail | partí Pasé el día mirando algo lejano, buscando llenar mis horas de vacío, pasé el día mirando a mí mismo y no me he hallado donde debería estar, pasé el día huyendo de sentirme triste y triste de una manera todavía más triste; intentando no serlo. Pasé el día escuchando a la radio para no oír mi silenciosa voz, viajé por mis quimeras más íntimas y las vi bombardeadas por la guerra, alejado de mis ilusiones contemplé a uno mismo aislado y con el espíritu partido. partí rumbo a la vida con los sueños rotos, la vista cansada y el corazón lleno de esperanza en el sol, en tu y vos, en él y ustedes y en mim y en vosotros. coisa de jorge | 21.2.05 | e-mail | "se o meu mundo cair eu que aprenda a levitar" la sensación que tengo es que de me he hecho mayor, mariana me olhava com sus tristes ojos del pampa: "-demorou", foi o único comentário acerca do dicho, acrescentou que o noivo, agora, foge das lojas com espelhos onde por fim descobriu sua pronunciada careca. já era tempo dirão os mais apegados aos números e aos fatos, como só agora, com os trinta anos quase que levas nas costas, as coisas incríveis que fazes, as pontas do picadeiro que tocas com manos suaves. De paso falamos da crise, essa que nos hemos metido por querer, o tempo passando e nada concreto temos só sonhos na mão levitando como bombas de sabão delicadas e brilhando num sol de mediterrâneo com essa luz tão nítida tão clara das essencialidades superficiais que nos atrelam ao dia a dia consumidor do tempo. aqui descobri a solidão, aqui conheci uma inconstância e uma incerteza que só reforçaram os passos incertos que venho dando. tudo começou a ruir faz pouco mais de meio ano, eu saberia que haveria um antes e um depois do floquet, mas não pensava que fosse algo tão profundo, tão pessoal, que tocasse todos os aspectos da minha vida, que mudasse nesse lindo ritual de iniciação que só o acaso sabe montar. O jogo de criar essas conexões de amizade através de uma relação profissional, conhecer dessa forma o pere, com ele acreditar numa ilusão e construir, publicar a história cobrando nada, mas dando o melhor e ele me fez 'costat' de uma forma muito importante e foi o grande impulor de tudo isso acontecer, logo através dele o dinheiro que faltava nesse final de ano de agonia financeira, a nossa relação tremendo de saudade, a minha mãe, tudo se misturando, o floquet a minha cama, o meu amor o meu dinheiro, o meu sucesso a miha realização, a minha paz e a minha incerteza do que eu quero de quem eu sou. esses 3 meses com a minha mãe foram os melhores que he tenido nunca, como um master para ser adulto, como os últimos conselhos antes de deixar o filho livre ir ser trotamundos e conquistar quixotescamente a vida adulta. Faz tempo essa barreira desapareceu, somos todos eternos imaturos insatisfeitos com nossas conquistas pré-fabricadas, nos damos conta de que muitos querem ser o cineasta, o artista o rico que nós sonhamos ser, mas muitos mediocres na vitrine te mostram que os raros são os que chegam, os que fazem e os que conquistam, daí vem a inveja a depressão a frustração e o mundo da voltas em uma espiral que diminui até sumir. faz falta um grande resumo pra você acompanhar o fio dos meus pensamentos, mas essa morte tão trágica às portas do meu aniversário foi o tal 'inferno astral' antes do meu aniversário, e sim eu creio nisso, minha vida sempre foi um inferno nesta época, sempre, tudo de pior e de melhor aconteceu aí, todos os rituais de passagem ocorreram nesses meses de cumprir verões e agora invernos quse tocando primaveras. Chorei mientras silvio rodriguez cantava que "Ando como hormiguita por tu espalda ando por la quebrada dulce de la seda vengo de las alturas de tus nalgas hacia el oro que se derrama y se me enreda", o oratorio lotado se comoveu com o baile nervoso e sincero de um pai e um amigo abraçados de pé, todos sentados, a melodia simples, alegre, furtiva, o cantarileo do final da música, o ombro amigo lá fora, o choro sentido, e de cop i volta pensei no amor, esse amor que louco perdido acredito, nesse amor de anos de casa e crianças, nesse amor de velhos vendo o mundo correr, eu que acredito em deus e em seus designios, que não estamos solos que fazemos o bem e pumba, um dia teu mundo cai, a morte chega sem dar aviso te leva ou ainda pior a quem tu mais queria nesse puto mundo, que nessa hora merece esse adjetivo mais que nunca, e pode te deixar sozinho pra dar uma explicação do porquê isso acontece pra uma niña pequeña, una criatura. está cabrón compañero, pinche dios nos ha hecho una putada, nos ha jodido tío, dio mio, como lo explico a los demás que se lo creyerón en el cuento este de que tu, seguro que todo lo sabes y lo haces bien siempre. e assim de pronto, como de golpe como um móvil que toca e te chama pra viver com mais intensidade, com mais força, com mais amor, sem postergar aquela janta, aquela visita, aquele amigo, aquilo. faço trinta anos, sou por fim um adulto, a minha barba já cresce toda semana, mesmo que só no queixo ela cura e raspa, já engordei e emagreci e voltei a engordar no casamento, já provei que posso construir mundos aonde quer que vá, já fiz meu livro, mas me faltam muitas coisas por viver, muito sonho pra frustrar e muita coisa inimaginada pra concretizar, coisas que só sabemos fazer de adultos, isso que agora me sinto, porque não entendo a morte, mas sinto a dor. Se meu mundo cair, então que caia devagar Não que eu queira assistir sem saber evitar Cai por cima de mim Quem vai se machucar Cola em mim até ouvir Coração no coração O umbigo tem frio e arrepio de sentir O que fica pra trás Até perder o chão Ter o mundo na mão Sem ter mais onde se segurar Se meu mundo cair Eu que aprenda a levitar SE MEU MUNDO CAIR (José Miguel Winisk) coisa de jorge | 19.2.05 | e-mail | to P & C Razones te echo de menos, le digo al aire te busco, te pienso, te siento y siento que como tu no habra nadie y aqui te espero, con mi cajita de la vida cansada, a oscuras, con miedo y este frio, nadie me lo quita tengo razones, para buscarte tengo necesidad de verte, de oirte, de hablarte tengo razones, para esperarte porque no creo que haya en el mundo nadie mas a quien ame tengo razones, razones de sobra para pedirle al viento que vuelvas aunque sea como una sombra tengo razones, para no quererte olvidar porque el trocito de felicidad fuiste tu quien me lo dio a probar el aire huele a ti, mi casa se cae porque no estas aqui mis sabanas, mi pelo, mi ropa te buscan a ti mis pies son como de carton que voy arrastrando por cada rincon mi cama se hace fria y gigante y en ella me pierdo yo mi casa se vuelve a caer mis flores se mueren de pena mis lagrimas son charquitos que caen a mis pies te mando besos de agua q hagan un hueco en tu calma te mando besos de agua pa que bañen tu cuerpo y tu alma te mando besos de agua para que curen tus heridas te mando besos de agua de esos con los que tanto te reias Bebe - pafuera telarañas coisa de jorge | 18.2.05 | e-mail | (parentêses na vida) punto y a parte. o telefone toca, a voz á amiga, não escondo minha alegria, inclusive tinha coisas por falar, mas a notícia que vêm é incompreesível na sua fatalidade. não tenho palavras, me faltam e custo em acreditar no que escuto, a minha dona é morta, assim de claro, conciso e fácil, a vida vai e vem e é fácil ler e pensar que o nosso destino final é esse que ficar velho é natural de existir e que entender a morte como algo natural é o caminho mais fácil para a paz interior, mas como entender que uma pessoa deixa esse mundo assim com um marido que ama e uma filha linda que sorri todas as manhãs, como entender o porque tocar a alguém próximo a ti esse tipo de sorte, que tremenda lição se deverá aprender, e porque se tem que aprender essa lição. Sabemos que não somos eternos, que os acidentes acontecem todos os dias, que podemos tropeçar na rua e cair de cabeça em algo e já está, que de carro isso, que de ônibuis aquilo, mas é impossível entender e mais difícil ainda pensar em tocar a vida como se nada. Meu irmão, meu grande amigo, meu parceiro e meu conselheiro não saberia nem poderia dizer tudo isso no teu idioma, e nem sei se te serviria para algo, mas eu sei que a força e a determinação que tu me mostrou como caminho para o crescimento pessoal só vai saber crescer com esa prova que o teu caminho te exige. Te quero muito e mesmo que não esteja do teu lado, mesmo que não tenhamos compartido uma mesa os cinco juntos, mesmo que tenha ficado na promessa de um futuro os nossos passeios o meu amor para contigo sói faz aumentar, e não de pena e sim de admiração pela força que tu me mostrou ao levatar o telefone para me dar tão triste notícia. que descanse em paz na cabeça de toso os teus, que a falta dela seja suprida com infinitas alegrias no teu porvenir. mas não adianta, me é quase impossível entender a morte, pelo menos hoje, pelo menos agora, só me resta a insistência nesse mantra de que a os caminhos de deus são corretos e de que não há mal qiue por bem não venha. força irmão. coisa de jorge | 18.2.05 | e-mail | ![]() geometrias raras 02 coisa de jorge | 17.2.05 | e-mail | raras geometrias fernanda voltou geométrica ontem, com uma escultura em lugar de corte na cabeça, faz tempo que ela se aventura a expriências, mas ontem foi a primeira vez que tive vontade de ir a por el puto peluquero, como se ocurre a alguém raspar pedaços da cabeça de outra pessoa, que tipo de artista imagina que as pessoas sonham viver num filme de blade runner, só algum retardado de 30 anos cheio de drogas e de música elestro na cabeça, a por el culo com todo esse revival, essas chicas on speed e essa estética de verdes e rosa pink e geometrias que não se encaixam. não consegui, como nunca na verdade consegui, esconder meus sentimentos e a verdade é que essa vai ser o mais difícil de se acostumar, menos mal que foi pago, digo que pagaram ela por fazer isso, mas além de pagar o cara deveria pedir desculpas. sorry baby, mas precisava botar pra fora, além do q tu é linda de qq jeito pra mim, mas esse corte exige um poder de abstração muito grande. luv u. coisa de jorge | 15.2.05 | e-mail | ¿futebol? por motivos profissionais, mientras buscava referências fui parar neste site, que mesmo para quem ñ entende nada de futebol pode resultar divertido: http://www.uglyfootballers.com - o que eu ñ entendo é pq eles botaram o Sócrates na lateral direita, e convenhamos de laterais direitos feios o mazinho e o josimar eram um espetáculo a parte, mas são coisas da vida. coisa de jorge | 14.2.05 | e-mail | intensos dias, visitas, saídas, borracheras, ajuda a amigos, noites viradas pasa cumprir fechas de entrega, muitos desenhos, sobretodo muitos desenhos. Vou de a pouco colocando ordem na casa, mas já aparecem novas coisas e a alegria de saber-se em movimento é imensa e a quantidade de coisas por fazer é inversamente proporcional a vontade de escrever. tentarei escanear algo pra botar por aqui, mas confesso q estou em ebulição e empolgado com os processos. já voltarei com mais frequência. coisa de jorge | 14.2.05 | e-mail | abandono mi pobre blog lo llevo bastante descuidado en los últimos tiempo, la capa se la lleva el nuevo ritmo que voy bailando por aquí, con más trabajos y proyectos y de paso con visitas que vienen a sacarnos del cotidiano a que nos tenemos acostumbrados. pero ya volveré con algunos dibujitos para postar. coisa de jorge | 8.2.05 | e-mail |
|
|||